Irã confirma que cientista nuclear é assassinado em Teerã

Irã confirma que cientista nuclear é assassinado em Teerã
Foto: (reprodução/internet)

A mídia estatal iraniana informou na manhã de sexta-feira que o principal cientista nuclear Mohsen Fakhrizadeh foi assassinado perto da capital Teerã por “terroristas” não identificados após uma batalha feroz com sua equipe de segurança.

Cientista nuclear Fakhrizadeh assassinado

Fakhrizadeh foi descrito como o “pai da bomba iraniana” em uma famosa apresentação de 2018 pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

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A agência de notícias Tasnim do Irã citou um comunicado do Ministério da Defesa que disse que “elementos terroristas armados” atacaram o carro de Fakhrizadeh na sexta-feira, ferindo-o gravemente durante um tiroteio com seus guarda-costas.

De acordo com Tasnim, o cientista nuclear ferido foi levado para um hospital, onde “os esforços das equipes médicas para ressuscitar o cientista iraniano falharam e ele foi martirizado”.

Tasnim relatou que explosivos foram usados ​​no ataque e “várias pessoas foram mortas no incidente”, possivelmente incluindo parentes de Fakhrizadeh que viajavam com ele.

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A agência de notícias Fars do Irã diz que o ataque incluiu “uma explosão e tiros de metralhadora.

“Relatos de testemunhas oculares confirmaram que o carro de Fakhrizadeh foi atacado primeiro por uma explosão e depois por duas equipes terroristas que atiraram em seu carro enquanto se moviam em direções opostas.”

“Testemunhas oculares também disseram que três a quatro pessoas, provavelmente todos terroristas, foram mortas no ataque, relatou a Fars, afirmando que pelo menos dois outros corpos foram vistos no hospital.

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A PressTV do Irã citou o ministro das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, afirmando que havia evidências do envolvimento israelense no ataque.

“Terroristas assassinaram um eminente cientista iraniano hoje. Essa covardia – com sérios indícios de um papel israelense – mostra o belicismo desesperado dos perpetradores”, disse Zarif no Twitter.

Traduzido e adaptado por equipe Folha BR
Fonte: Breitbart